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O Egito Antigo foi uma das mais importantes civilizações da Antiguidade. A vida egípcia estava regulada pelas cheias do rio Nilo. Quando as ...

O Egito Antigo foi uma das mais importantes civilizações da Antiguidade.

A vida egípcia estava regulada pelas cheias do rio Nilo. Quando as águas voltavam ao leito normal deixavam o solo recoberto com um limo que fertilizava a terra para a agricultura.

Para melhor aproveitá-lo, os egípcios desenvolveram sistemas de medida e escrita baseada nos hieroglifos.

Quanto à religião eram politeístas e no seu panteão cultuavam o deus do Sol, Rá e o deus dos Vivos, Hórus, entre vários outros. 

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A Mesopotâmia é considerada um dos berços da civilização como nós a conhecemos. A Mesopotâmia - nome dado pelos gregos às terras do Oriente ...

A Mesopotâmia é considerada um dos berços da civilização como nós a conhecemos. A Mesopotâmia - nome dado pelos gregos às terras do Oriente Médio cortadas pelos rios Tigre e Eufrates, abrigou diversos povos e impérios durante a Antiguidade, como os sumérios, acádios e babilônicos.


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A primeira imagem foi capturada do alto do Hospital Geral e foi publicada originalmente pelo ‘O Estado do Maranhão’, tendo como paisagem a B...


A primeira imagem foi capturada do alto do Hospital Geral e foi publicada originalmente pelo ‘O Estado do Maranhão’, tendo como paisagem a Barragem do Bacanga, já duplicada.

No centro da rotatória já não havia mais a escultura “Operários” do artista plástico Antônio Almeida – uma espécie de releitura dos Candangos de Brasília. A modernista obra havia cedido lugar a um estranho obelisco que fazia referência ao personalista ao governo de Epitácio Cafeteira.

Infelizmente não sabemos o que foi feito com a obra de Almeida – na segunda imagem, num registro do final dos anos 1970, originalmente publicada pela excelente página do Instagram ArqUrb Maranhão @arq.urb.maranhao  

Felizmente o obelisco do Cafeteira também não existe mais.

“Tire os seus óculos escuros E acenda toda a natureza. Pra me entender, pra me entender, Você tem mesmo é que lamber O prato vazio sobre a m...


“Tire os seus óculos escuros
E acenda toda a natureza.
Pra me entender, pra me entender,
Você tem mesmo é que lamber
O prato vazio sobre a mesa.


Ponha os seus óculos escuros,
Não esconda a sua vaidade.
Pra me enxergar, pra me enxergar,
Você tem mesmo é que apagar
As luzes da sociedade.


Já vendi chiclete no Cine Rialto,
Puxei canivete e ralei no asfalto,
Peguei uma cana até de manhã.
Na Ponta d’Areia eu vendi protetor,
Dei uma de cego na igreja, doutor,
No dia do eclipse eu vendi meu Ray-Ban”

Canção de César Teixeira que fala da dupla moral da nossa sociedade dos “cidadãos de bem” em que a maioria é invisibilizada em nome de um suposto bem-estar da maioria, que prefere usar óculos RayBan para não ver a realidade daqueles que vivem do ganho, ao redor.

A imagem foi capturada em 1995 pelo fotógrafo Ariosvaldo Baêta e publicada pelo ‘O Estado do Maranhão".

A legenda da foto diz: “Fim da festa - latas e garrafas vazias foi o que restou ao longo da Litorânea, depois da festa que reuniu milhares para comemorar a virada do ano”.



Ray Ban de César Teixeira



A Rua Portugal, roteiro obrigatório de todos aqueles que vistam o bairro da Praia Grande está entre uma das mais belas ruas da velha São Luí...




A Rua Portugal, roteiro obrigatório de todos aqueles que vistam o bairro da Praia Grande está entre uma das mais belas ruas da velha São Luís. Ela reúne, segundo o IPAHN, o maior conjunto de casarões revestidos com azulejos portugueses da América Latina. A técnica de revestimento utilizada pelos portugueses servia para refletir a luz do sol e amenizar o inclemente calor que assola, ontem e hoje, nossa cidade.


No local está localizado uma das entradas da histórica Casa das Tulhas (atual Mercado da Praia Grande, paraíso dos boêmios da cidade). Por lá também está localizado o Museu de Artes Visuais e a Casa de Nhozinho, além de diversas lojas de artesanato.

A primeira foto é a esquina da Rua Portugal com a Djalma Dutra, publicada pela ALCOA, em 1980.

Dois pontos merecem destaque: a fiação elétrica e de telefone, poluindo a visualmente a área; o transito de veículos intenso na época.

A segunda imagem é do Google Street View, de 2021.

Uma das principais reivindicações dos operários navais da área Portinho e Barragem do Bacanga era um local para a realização de seu ofício. ...

Uma das principais reivindicações dos operários navais da área Portinho e Barragem do Bacanga era um local para a realização de seu ofício. A partir dessas demandas foi criado um Estaleiro Escola para o treinamento e preservação das técnicas de construção naval, através da valorização dos mestres artesãos. Para tanto, o local escolhido foi o antigo Sítio Tamancão, um conjunto de antigos armazéns do século XIX, com uma casa grande e uma rampa de embarque, às margens do Rio Bacanga. Além disso, o local abrigou uma indústria de beneficiamento de arroz movida por moinho de marés, na margem do canal de navegação do Rio Bacanga, em frente ao Portinho. 

Segundo os relatos orais a gigantesca residência de veraneio que se encontra ao lado dos galpões pertenceu à Anna Joaquina Jansen – a Ana Jansen, célebre figura da cultura ludovicense, que se tornou detentora de uma das maiores fortunas da região ao ficar viúva, e por meio desta fortuna conseguiu atingir lugar de destaque na sociedade maranhense, atraindo atenção, admiração e inveja da sociedade patriarcal da época.

Fruto do trabalho do mineiro e maranhense de coração, o saudoso Luiz Phelipe Andrès, o Estaleiro-Escola iniciou suas operações em 2006, com vários cursos técnicos voltados para as artes náuticas.

Mais recentemente, em 2021, a residência de veraneio que teria pertencido a Ana Jansen passou por um amplo processo de restauro para dar lugar ao IEMA Pleno São Luís – Tamancão.


Primeira versão do Projeto Estaleiro-Escola, de 1990 (Acervo Estaleiro-Escola)


Imagem do Google Earth, datada de 2020. Na ocasião a casa de veraneio ainda não estava reformada


Casa de veraneio após a reforma, em 2022, onde funciona o IEMA Pleno São Luís – Tamancão